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O que cabe em uma página pessoal?


Sempre que nos propomos a começar algo novo, uma pergunta se insinua de mansinho: o que cabe aqui? O que cabe em uma página pessoal? Cabe o que somos? O que fizemos? O que ainda sonhamos? Ou apenas aquilo que a memória insiste em guardar?

Este espaço nasce como quem abre uma janela para dentro — e também para fora. Um convite à pausa em meio às urgências que se acumulam. Quase um lembrete de que o pensamento precisa de morada para não se perder pelos corredores do cotidiano.

Aqui, pretendo escrever sobre o que move minhas escolhas: a tecnologia que transforma realidades, a educação que ressignifica destinos, a inovação que insiste em encontrar brechas onde antes só se via limite. Mas pretendo, sobretudo, escrever sobre pessoas — e sobre os efeitos que a universidade pode ter na vida delas.

Também quero deixar lugar para o que não cabe nos currículos: a alegria de fazer parte de uma instituição que interioriza oportunidades; as inquietações de quem acredita que políticas públicas podem ser mais inteligentes, mais sensíveis, mais generosas; as dúvidas que nos empurram para frente, mesmo quando não temos todas as respostas.

E, claro, os causos. Esses fragmentos de vida — ora divertidos, ora emocionados — que teimam em nos acompanhar. Pequenas histórias que se tornam grandes quando revelam o inesperado do humano. Talvez sejam eles, no fim das contas, a melhor forma de nos reconhecermos.

Esta página não está pronta — e ainda bem. Ela se fará no caminho, entre ajustes, descobertas, encontros e recomeços. Se você chegou até aqui, que bom: que este seja o início de uma boa conversa, daquelas que deixam marca.

Entre e fique à vontade. A porta está aberta.

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